No Metrópoles, Dr. Anderson Sant'Anna explica o enxágue bucal com carboidrato no futebol
Reportagem de Bianca Queiroz publicada no Metrópoles em · resumo e destaques pela redação do INKI
Durante a Copa, o Metrópoles explicou por que tantos jogadores tomam um gole de água ou isotônico e cospem no gramado. Um dos especialistas ouvidos foi o Dr. Anderson Clayton Sant'Anna, médico do INKI e do Paraná Clube, com atuação em performance esportiva.
“O enxágue bucal com carboidrato é apenas uma ferramenta adicional”
O Dr. Anderson Sant'Anna explicou que, em situações de esforço extremo, o fluxo de sangue para o trato gastrointestinal pode cair bastante. Nesses momentos pode entrar o enxágue bucal com carboidrato: o atleta mantém a bebida na boca por alguns segundos e cospe. O contato ativa receptores que mandam ao cérebro sinais ligados à motivação e à percepção de esforço. Ele ressaltou, porém, que se trata só de um complemento dentro de um plano completo de nutrição e hidratação.
O que a matéria orienta
Um nutricionista ouvido pela reportagem considera mais vantajoso, na maioria dos casos, hidratar e suplementar de verdade do que depender do enxágue. No futebol, perder mais de 2% do peso em suor já pode prejudicar o desempenho.
- O atleta deve entrar em campo já hidratado.
- Volume, temperatura e tipo de bebida devem ser testados nos treinos.
- Cuspir não repõe água, sais nem carboidratos.
Fonte
- Veículo
- Metrópoles
- Data
- Link original
- https://www.metropoles.com/saude/jogadores-cospem-agua-para-aliviar-a-sede
Este é um resumo com destaques da participação do INKI. O texto integral e os direitos da reportagem pertencem ao Metrópoles.
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