No Bahia Econômica, Luciana Shimizu Morya defende a inclusão de autistas no trabalho
Reportagem de Luciana Shimizu Morya publicada no Bahia Econômica em · resumo e destaques pela redação do INKI
Em artigo publicado no Bahia Econômica no Mês Mundial da Conscientização do Autismo, Luciana Shimizu Morya, fundadora e CEO do INKI, defende que as empresas transformem a conscientização em prática e tratem a neurodiversidade como estratégia.
“a inclusão real exige a adaptação do processo, não do indivíduo”
No texto, Luciana Shimizu Morya aponta o paradoxo de um mercado que busca inovação e pensamento analítico, mas deixa de lado profissionais autistas por avaliar o encaixe cultural com base em extroversão. Ela sugere rever o recrutamento, com testes práticos no lugar de perguntas improvisadas, oferecer espaços silenciosos e adotar uma comunicação direta e literal, sem ironias ou instruções vagas.
O que o artigo propõe
- Recrutamento: trocar entrevistas subjetivas por avaliações práticas.
- Ambiente: reduzir estímulos sensoriais, liberar fones com cancelamento de ruído e oferecer espaços silenciosos.
- Comunicação: instruções claras, previsíveis e, quando possível, registradas por escrito.
- Liderança: capacitar gestores para lidar com diferenças cognitivas.
- Lei de Cotas: o artigo lembra que a reserva de 2% a 5% das vagas inclui pessoas com Transtorno do Espectro Autista e que as multas por vaga não preenchida chegam a R$ 42 mil em 2026.
Fonte
- Veículo
- Bahia Econômica
- Data
- Link original
- https://bahiaeconomica.com.br/wp/2025/04/07/autismo-no-mercado-corporativo-integracao-como-oportunidade-de-evolucao/
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Este é um resumo com destaques da participação do INKI. O texto integral e os direitos da reportagem pertencem ao Bahia Econômica.
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