Em artigo no RH Pra Você, Luciana Shimizu Morya mostra como o RH pode gerir saúde sem expor ninguém
Reportagem de Luciana Shimizu Morya publicada no RH Pra Você em · resumo e destaques pela redação do INKI
Em artigo publicado no portal RH Pra Você, Luciana Shimizu Morya, fundadora e CEO do INKI, discute como as empresas podem usar dados de saúde para conter custos do plano e desenhar programas de cuidado sem quebrar o sigilo dos colaboradores.
“Gestão de saúde sem informação é gestão no escuro”
No texto, Luciana Shimizu Morya rejeita dois extremos: abrir mão dos dados por cautela ou usá-los sem cuidado em nome da eficiência. A saída, segundo ela, é um método definido antes de a primeira planilha circular. O médico responsável técnico da corretora ou consultoria, sob carta de sigilo, é o único a receber o dado identificado da operadora, enquanto RH, diretoria financeira e corretora recebem apenas relatórios agregados.
Os pontos do artigo
- O sigilo médico é dever previsto no Código de Ética Médica, e a LGPD trata o dado de saúde como sensível. Nenhuma das normas impede a gestão; elas definem por onde ela pode passar.
- Nos relatórios ao comitê, os casos de alto custo aparecem numerados e descritos só pelo que importa à decisão: tipo de evento, se é crônico ou pontual e o peso no total.
- Diagnósticos entram em grandes grupos, como doenças cardiovasculares, oncologia, saúde mental e gestação de alto risco.
- A autora compara o bom relatório à conta de água de um condomínio, que aponta o consumo de cada bloco e revela vazamentos sem dizer nada sobre o banho de cada morador.
- Sem esse desenho, o problema costuma ser o excesso de informação circulando por e-mail, o que vira quebra de confiança e passivo jurídico.
Fonte
- Veículo
- RH Pra Você
- Data
- Link original
- https://rhpravoce.com.br/colab/gestao-de-dados-de-saude-no-rh
Este é um resumo com destaques da participação do INKI. O texto integral e os direitos da reportagem pertencem ao RH Pra Você.
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