No Correio Braziliense, Dra. Sthefania Sad explica por que a pubalgia aparece e como tratar
Reportagem de Eduardo Fernandes publicada no Correio Braziliense (Revista do Correio) em · resumo e destaques pela redação do INKI
A Revista do Correio, do Correio Braziliense, dedicou uma reportagem à pubalgia, lesão que tirou atletas de campo e também atinge quem não pratica esporte intenso. A principal entrevistada foi a Dra. Sthefania Sad Rodrigues Pereira, médica do INKI e da seleção brasileira de taekwondo e parataekwondo.
“Frequentemente, vemos um desequilíbrio: a musculatura do abdome está fraca”
A Dra. Sthefania Sad explicou que a pubalgia é uma lesão por sobrecarga na sínfise púbica e nos tendões ao redor. O desequilíbrio entre abdome fraco e adutores da coxa muito fortes cria uma espécie de cabo de guerra que inflama a região. No começo, a dor surge só depois do treino; depois passa a aparecer durante o exercício e até ao tossir, espirrar ou entrar no carro. Ela reforçou que quem não treina e sente dor persistente na virilha deve ser avaliado, porque o quadro é confundido com hérnia. Com diagnóstico rápido e tratamento conservador, a maioria dos atletas volta em três a quatro meses.
O que a matéria orienta
O tratamento começa sempre sem cirurgia: controle da dor e fisioterapia ativa, com fortalecimento do abdome, dos adutores e estabilização da pelve, avançando a carga conforme a dor some. A reportagem cita um protocolo estruturado de oito a 12 semanas com alta taxa de sucesso. A cirurgia fica para quem não melhora depois desse período. Sem tratamento, a dor pode se tornar incapacitante, desgastar o osso e voltar com mais frequência.
- Dor na virilha que piora com esforço merece avaliação médica.
- Repouso sozinho não resolve: a reabilitação é ativa.
- Quanto mais cedo o tratamento, menor o risco de cronificar.
Fonte
- Veículo
- Correio Braziliense (Revista do Correio)
- Data
- Link original
- https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2026/03/7366917-a-virilha-no-limite-entenda-o-que-e-a-pubalgia-e-como-trata-la.html
Este é um resumo com destaques da participação do INKI. O texto integral e os direitos da reportagem pertencem ao Correio Braziliense (Revista do Correio).
Assessoria de Imprensa INKI
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