No Brazil Economy, Luciana Shimizu Morya analisa a nova lei de exames preventivos nas empresas
Reportagem de Hugo Cilo publicada no Brazil Economy em · resumo e destaques pela redação do INKI
Em artigo publicado no Brazil Economy, Luciana Shimizu Morya, fundadora e CEO do INKI, analisa a Lei nº 15.377/2026 e argumenta que a prevenção passou a ser uma responsabilidade das empresas, e não só do sistema público.
“A agenda de saúde preventiva nas empresas deixou de ser opcional.”
No texto, Luciana Shimizu Morya propõe que RH e gestores de saúde troquem a pergunta “como cumprimos a lei?” por como transformar a obrigação em redução de risco e valor para o negócio. Ela defende comunicação segmentada, parcerias com atenção primária e serviços de diagnóstico, programas de navegação para exames e métricas de impacto clínico e financeiro.
O que o artigo propõe
- A lei: empresas devem informar ativamente sobre campanhas de vacinação e exames preventivos e garantir até três dias remunerados por ano para fazê-los.
- O custo da falta de prevenção: doenças descobertas tarde elevam a sinistralidade dos planos, que vira reajuste, além de afetar produtividade, faltas e rotatividade.
- Da obrigação à estratégia: integrar saúde, segurança, benefícios e gestão de pessoas, com processos e indicadores claros.
- Jornadas de cuidado: facilitar o acesso aos exames, acompanhar a adesão e ligar dados de saúde da população da empresa a ações concretas.
Fonte
- Veículo
- Brazil Economy
- Data
- Link original
- https://brazileconomy.com.br/opiniao/2026/07/do-sus-ao-corporativo-a-nova-responsabilidade-das-empresas-na-saude-preventiva/
Também publicado em
Este é um resumo com destaques da participação do INKI. O texto integral e os direitos da reportagem pertencem ao Brazil Economy.
Assessoria de Imprensa INKI
Jornalista? Fale com a nossa assessoria para entrevistas com os médicos do INKI.
imprensa@inki.com.br