No Metrópoles, Dra. Beatriz Vilela explica o que realmente pesa no risco metabólico
Reportagem de Bianca Queiroz publicada no Metrópoles em · resumo e destaques pela redação do INKI
O Metrópoles publicou uma reportagem sobre um estudo que associou a mamoplastia redutora a menor risco de problemas metabólicos. Para explicar o que de fato influencia esse risco, a reportagem ouviu a Dra. Beatriz Pereira Vilela, médica do INKI.
“O foco da prevenção deve estar na redução da gordura visceral”
A Dra. Beatriz Vilela explicou que a gordura das mamas pode ter alguma relação com o metabolismo, sobretudo depois da menopausa, mas que seu peso é pequeno diante da gordura acumulada no abdômen. Por isso, segundo ela, a prevenção deve se concentrar na redução da gordura visceral e na adoção de hábitos saudáveis.
O que a matéria mostra
- A pesquisa comparou mulheres de 18 a 50 anos que fizeram a cirurgia com outras de perfil semelhante, por faixa de IMC. A associação foi mais clara entre mulheres com peso normal ou sobrepeso.
- Também houve melhora de triglicerídeos e do HDL e menor uso de remédios para problemas metabólicos.
- Outra especialista ouvida pela reportagem atribui o provável benefício à maior facilidade para se exercitar depois da cirurgia.
- A mamoplastia redutora é oferecida pelo SUS quando o volume das mamas causa dor crônica, alterações posturais ou limitações.
- Enquanto a cirurgia não acontece, sutiãs com boa sustentação ajudam a reduzir dores e manter a rotina de exercícios.
Fonte
- Veículo
- Metrópoles
- Data
- Link original
- https://www.metropoles.com/saude/reducao-da-mamas-risco-metabolicos
Este é um resumo com destaques da participação do INKI. O texto integral e os direitos da reportagem pertencem ao Metrópoles.
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