Em artigo no Medicina S/A, Luciana Shimizu Morya defende a IA como aliada do vínculo com o paciente
Reportagem de Luciana Shimizu Morya publicada no Medicina S/A em · resumo e destaques pela redação do INKI
Em artigo publicado no portal Medicina S/A, Luciana Shimizu Morya, fundadora e CEO do INKI, analisa como a inteligência artificial pode recolocar o paciente no centro da consulta médica.
“A tecnologia, nesse contexto, não substitui o humano; ela o amplifica.”
No texto, Luciana Shimizu Morya defende que o ganho da IA não está no algoritmo, mas no que ele libera: ao assumir prontuário, exames e verificações administrativas, a tecnologia permite que o médico conduza a consulta olhando para o paciente. Ela também aponta a segurança como benefício, com registros mais completos e alertas sobre interações de medicamentos e contraindicações.
Os pontos do artigo
- Em doenças crônicas, perder um retorno ou um exame pode comprometer o tratamento. Lembretes automáticos funcionam como rede de segurança e reduzem o abandono.
- Registros clínicos mais completos e auditáveis protegem o médico em um cenário de judicialização crescente.
- A Resolução CFM 2.454/2026 trata a IA como apoio, mantém a responsabilidade final com o médico e exige validação científica, auditoria e governança.
- A norma determina que o uso da IA conste no prontuário e que o paciente seja informado quando a tecnologia tiver papel relevante no cuidado.
- O médico pode recusar sistemas inadequados e não seguir recomendações do algoritmo que contrariem seu julgamento, e dados sensíveis só podem ser usados quando estritamente necessários.
Fonte
- Veículo
- Medicina S/A
- Data
- Link original
- https://medicinasa.com.br/ia-paciente-centro-cuidado/
Este é um resumo com destaques da participação do INKI. O texto integral e os direitos da reportagem pertencem ao Medicina S/A.
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