Na Fator Brasil, Luciana Shimizu Morya defende o rigor científico contra a desinformação em saúde
Reportagem publicada no Fator Brasil em · resumo e destaques pela redação do INKI
Em artigo publicado na Fator Brasil, Luciana Shimizu Morya, fundadora e CEO do INKI, defende que conferir a base científica de uma informação antes de divulgá-la deixou de ser opcional e virou questão de ética e de segurança pública.
“criatividade e rigor podem coexistir”
No texto, Luciana Shimizu Morya descreve como a chamada infodemia seguiu ativa após a covid-19, agora em temas como vacinas, autismo e terapias sem comprovação, e aponta que o Brasil concentra grande parte do conteúdo antivacina da América Latina. Ela chama atenção para um mercado por trás de muitas mensagens falsas, que primeiro espalham medo e depois vendem soluções sem base científica.
O que o artigo propõe
- Para quem comunica: voltar ao básico da apuração, com checagem de evidências, diretrizes oficiais e fontes qualificadas.
- Para profissionais de saúde: revisar o que publicam nas redes, lembrando que um post pode ser lido como prescrição.
- Para gestores e instituições: montar núcleos de comunicação especializados e investir em literacia em saúde.
- Para todos: aceitar comunicar um pouco mais devagar para checar antes, sem abrir mão de uma linguagem que alcance o público.
Fonte
- Veículo
- Fator Brasil
- Data
- Link original
- https://www.revistafatorbrasil.com.br/2026/02/13/o-rigor-cientifico-como-antidoto-a-desinformacao-em-saude-2/
Este é um resumo com destaques da participação do INKI. O texto integral e os direitos da reportagem pertencem ao Fator Brasil.
Assessoria de Imprensa INKI
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