Na AzMina, Dra. Fernanda Rasia alerta para o sofrimento psíquico de mães atípicas
Reportagem de Priscila Gomes publicada no AzMina em · resumo e destaques pela redação do INKI
A revista AzMina publicou uma reportagem sobre mães de crianças com autismo e outras condições do neurodesenvolvimento nas periferias, que enfrentam exaustão, falta de dinheiro e solidão no cuidado. Sobre a saúde mental dessas mulheres, a reportagem ouviu a Dra. Fernanda Rasia, psiquiatra do INKI.
A Dra. Fernanda Rasia alertou que mães cuidadoras estão entre os grupos mais expostos ao sofrimento psíquico. Segundo ela, a sobrecarga que se arrasta por anos pode evoluir para ansiedade, depressão e perda de identidade. Para enfrentar o problema, ela defende ir além do atendimento individual e ampliar grupos de apoio que tirem essas mulheres do isolamento.
O que a matéria mostra
Estudos citados pela reportagem indicam que boa parte dessas mães vive com até três salários mínimos, não tem companheiro e está fora do mercado de trabalho. Os relatos mostram filas longas por terapias na rede pública, sessões espaçadas demais e pouco tempo para o autocuidado. Organizações da sociedade civil e programas municipais oferecem apoio psicológico, orientação jurídica e rodas de conversa. A reportagem também lembra que o SUS não tem uma política específica para mães atípicas; o atendimento passa pela rede de atenção psicossocial.
- Cuidar de quem cuida também é cuidar da criança.
- Grupos de apoio ajudam a romper o isolamento.
- Informação sobre direitos facilita o acesso a benefícios e terapias.
Fonte
- Veículo
- AzMina
- Data
- Link original
- https://azmina.com.br/reportagens/sem-apoio-maes-atipicas-periferias-enfrentam-exaustao/
Este é um resumo com destaques da participação do INKI. O texto integral e os direitos da reportagem pertencem ao AzMina.
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