Na Gazeta da Semana, Dra. Aliã Siqueira explica como suspeitar de hantavirose após viagens
Reportagem de Agenor Santana publicada no Gazeta da Semana em · resumo e destaques pela redação do INKI
A Gazeta da Semana publicou reportagem sobre hantavirose, doença transmitida por roedores silvestres, e ouviu a Dra. Aliã Siqueira Vieira, médica do INKI dedicada à saúde de viajantes, sobre o que fazer ao voltar de área rural com sintomas.
“Relatar a exposição rural ao médico é tão importante quanto descrever os sintomas”
Na reportagem, Dra. Aliã Siqueira Vieira explicou que muitos pacientes deixam de citar viagens recentes e que, sem esse dado, a hantavirose raramente entra na suspeita. Ela lembrou que os sintomas podem surgir semanas depois da exposição, pois a incubação vai de 5 a 50 dias, e listou os sinais de alerta que pedem atendimento imediato, além de orientar a evitar a automedicação.
O que a matéria orienta
- Contar ao médico sobre trilhas, acampamentos, fazendas, galpões ou locais com sinais de roedores.
- Procurar urgência diante de falta de ar, tosse seca intensa, desmaio, vômitos persistentes, sangramentos ou pouca urina.
- Não varrer a seco locais com fezes ou urina de roedores; arejar antes e usar pano úmido, máscara e luvas.
- Vedar frestas, guardar alimentos bem fechados e evitar contato com roedores vivos ou mortos.
Fonte
- Veículo
- Gazeta da Semana
- Data
- Link original
- https://gazetadasemana.com.br/noticia/283650/hantavirose-nao-e-novidade-prevencao-e-importancia-do-diagnostico-precoce
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Este é um resumo com destaques da participação do INKI. O texto integral e os direitos da reportagem pertencem ao Gazeta da Semana.
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