No Correio Braziliense, Dra. Beatriz Domingos Machado De Souza Lima comenta estudo sobre demência precoce e trabalho
Reportagem de Isabella Almeida publicada no Correio Braziliense em · resumo e destaques pela redação do INKI
Em reportagem do Correio Braziliense sobre um estudo que relaciona demência de início precoce a perda de produtividade no trabalho, a Dra. Beatriz Domingos Machado De Souza Lima, médica do INKI, comentou o que os dados mostram.
“este estudo nos convida a olhar para um cenário muito anterior”
A Dra. Beatriz Domingos lembrou que a demência costuma ser associada ao esquecimento em fases avançadas da vida. Segundo ela, os dados mostram que quem recebe o diagnóstico antes dos 65 anos já tinha queda de produtividade até 15 anos antes. Ela ressaltou, como os próprios autores, que isso não prova que a demência cause a queda, mas que a associação é forte o bastante para merecer atenção.
O que a matéria mostra
- O estudo: 793 pessoas com demência de início precoce, comparadas com 7.926 pessoas sem a condição, com base na diferença de renda ao longo dos anos.
- O impacto: perda média total de 74.577 euros por pessoa, cerca de R$ 439 mil.
- Por tipo: no Alzheimer, a queda começou seis anos antes do diagnóstico; na demência frontotemporal, 11 anos antes.
- Prognóstico: outro especialista ouvido pela reportagem afirma que demência precoce não é sinônimo de demência leve e tende a ter evolução mais agressiva.
Fonte
- Veículo
- Correio Braziliense
- Data
- Link original
- https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude/2026/07/7457620-demencia-precoce-afeta-produtividade-ate-15-anos-antes-do-diagnostico.html
Este é um resumo com destaques da participação do INKI. O texto integral e os direitos da reportagem pertencem ao Correio Braziliense.
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