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No Nós, Mulheres da Periferia, Dra. Aline Passos explica por que vacinar na Terra Yanomami é mais difícil

Reportagem de Adriana Amâncio publicada no Nós, Mulheres da Periferia em · resumo e destaques pela redação do INKI

O portal Nós, Mulheres da Periferia mostrou como a cobertura vacinal abaixo da meta deixou crianças Yanomami expostas à coqueluche. Para comparar a situação com a de outros lugares vulneráveis do país, a reportagem ouviu a Dra. Aline Henrique Passos, médica do INKI.

“a cobertura vacinal vai muito além da simples disponibilidade da vacina”

— Dra. Aline Passos, médica do INKI

A Dra. Aline Passos comparou a Terra Yanomami com uma cidade pernambucana de baixo IDH que alcança coberturas altas. Segundo ela, as duas populações têm vulnerabilidades parecidas, mas a cidade conta com acesso por terra, equipes presentes com regularidade e facilidade para guardar e distribuir as vacinas. No território indígena, há dificuldade de manter a cadeia de frio, o clima muda o acesso ao longo do ano e é preciso construir confiança com as lideranças, respeitando a autonomia de cada comunidade. Para ela, cada população exige uma abordagem que considere todas essas dimensões.

O que a matéria mostra

A reportagem acompanha uma mãe Yanomami cuja bebê precisou de UTI por coqueluche e sobreviveu. Dados do Ministério da Saúde indicam que o esquema vacinal completo em menores de 1 ano passou de cerca de um terço para pouco mais da metade das crianças entre 2023 e 2025, ainda longe dos 95% recomendados. Lideranças indígenas e organizações ouvidas apontam diagnóstico tardio, dificuldade de acesso e falhas do poder público.

  • Coqueluche, sarampo e meningite evoluem rápido em bebês.
  • A vacinação nos primeiros meses de vida protege contra essas doenças.
  • Políticas de saúde precisam considerar a cultura e a geografia de cada povo.

Fonte

Veículo
Nós, Mulheres da Periferia
Data
Link original
https://nosmulheresdaperiferia.com.br/cobertura-vacinal-abaixo-da-meta-expoe-criancas-yanomami-a-coqueluche/
Ler a matéria completa no Nós, Mulheres da Periferia

Este é um resumo com destaques da participação do INKI. O texto integral e os direitos da reportagem pertencem ao Nós, Mulheres da Periferia.

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