No Correio Braziliense, Dra. Thatyana Turassa alerta para a gravidade da picada de escorpião em crianças
Reportagem de Carlos Silva publicada no Correio Braziliense em · resumo e destaques pela redação do INKI
Ao acompanhar o caso de uma criança de um ano e meio picada por escorpião no Distrito Federal, o Correio Braziliense ouviu a pediatra Dra. Thatyana Turassa Ernani, do INKI, sobre os riscos da picada na infância.
“O risco de morte é real”
Na reportagem, Dra. Thatyana Turassa Ernani explicou que, nos casos mais graves, a criança pode ter choque circulatório e edema agudo de pulmão, quando o líquido se acumula nos pulmões e a respiração fica muito difícil. Ela destacou que essas alterações costumam ser reversíveis se o tratamento começar cedo e lembrou que os hospitais particulares geralmente não dispõem do medicamento, por isso o encaminhamento é para a rede pública.
O que a matéria orienta
- Depois da picada, apenas lavar o local com água e sabão e procurar uma unidade de saúde rapidamente.
- Não passar álcool ou chá, não tentar sugar o veneno e não fazer torniquete.
- Vômitos, suor frio, dificuldade para respirar e choro inconsolável são sinais de alerta.
- Fechar ralos, vedar frestas e evitar entulho perto de casa ajuda a prevenir.
- O CIATox funciona 24 horas e orienta população e profissionais.
Fonte
- Veículo
- Correio Braziliense
- Data
- Link original
- https://www.correiobraziliense.com.br/cidades-df/2026/05/7429513-crianca-picada-por-escorpiao-apresenta-melhora-mas-segue-na-uti.html
Este é um resumo com destaques da participação do INKI. O texto integral e os direitos da reportagem pertencem ao Correio Braziliense.
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