No Correio Braziliense, Dra. Ellen Adriani Lopes de Oliveira desfaz o mito do vapor inofensivo
Reportagem de Carlos Silva publicada no Correio Braziliense em · resumo e destaques pela redação do INKI
Em reportagem do Correio Braziliense sobre o avanço do cigarro eletrônico entre jovens do Distrito Federal, a Dra. Ellen Adriani Lopes de Oliveira, médica do INKI, explicou por que a ideia de um vapor inofensivo está errada.
“a exposição precoce à nicotina pode aumentar a vulnerabilidade à dependência”
A Dra. Ellen Oliveira detalhou que quem usa vape inala uma mistura de nicotina, solventes, aromatizantes, partículas ultrafinas e até metais, substâncias que podem aumentar a inflamação no pulmão e causar tosse e falta de ar. Ela também chamou atenção para o alto potencial de dependência: muitos aparelhos atuais liberam nicotina em grande quantidade, de forma rápida e com menos incômodo, o que estimula o uso ao longo do dia.
O que a matéria mostra
- Avanço entre jovens: pela PeNSE 2024, 29,6% dos estudantes brasileiros de 13 a 17 anos já experimentaram cigarro eletrônico; no DF, o índice chega a 43%.
- Venda proibida: mesmo assim, os aparelhos são achados com facilidade; a Vigilância Sanitária do DF apreendeu mais de 9,5 mil em 2026.
- Riscos ao pulmão: outro especialista ouvido pela reportagem cita a Evali, lesão pulmonar ligada à vaporização que pode ser fatal, além de outras lesões agudas.
- Narguilé: a água não filtra a fumaça, que tem nicotina, monóxido de carbono, metais pesados e substâncias cancerígenas.
Fonte
- Veículo
- Correio Braziliense
- Data
- Link original
- https://www.correiobraziliense.com.br/cidades-df/2026/07/7436757-aumenta-o-uso-de-cigarro-eletronico-e-medicos-alertam-para-risco.html
Este é um resumo com destaques da participação do INKI. O texto integral e os direitos da reportagem pertencem ao Correio Braziliense.
Assessoria de Imprensa INKI
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