No Correio Braziliense, Dra. Beatriz Vilela comenta estudo que liga arte e cultura à longevidade
Reportagem de Paloma Oliveto publicada no Correio Braziliense em · resumo e destaques pela redação do INKI
O Correio Braziliense repercutiu um estudo britânico que associa ler, ir a museus, cantar ou fazer artesanato a um envelhecimento biológico mais lento, e ouviu a Dra. Beatriz Pereira Vilela, médica do INKI, sobre os achados.
“Mas isso não significa que exista uma idade 'certa' para começar”
Na reportagem, Dra. Beatriz Pereira Vilela explicou por que o efeito apareceu mais forte depois dos 40 anos: nessa fase, inflamação crônica, perda de resiliência e estresse acumulado ficam mais evidentes e mais fáceis de medir. Ela ressaltou, porém, que quanto mais cedo a pessoa cultiva atividades que estimulam corpo, mente e vida social, maior tende a ser sua reserva de saúde. Para ela, os dados reforçam a inclusão de cultura e convívio nas políticas de saúde, sem transformar o achado em receita de horas por semana.
O que a matéria mostra
- Os pesquisadores usaram relógios epigenéticos, testes que estimam a idade biológica por alterações químicas no DNA.
- Quem participava de atividades artísticas toda semana teve idade biológica um pouco menor em um dos relógios analisados.
- Variedade de experiências culturais também contou, assim como a frequência.
- Redução do estresse crônico é um dos mecanismos sugeridos pelos autores.
Fonte
- Veículo
- Correio Braziliense
- Data
- Link original
- https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude/2026/05/7416964-arte-e-cultura-sao-aliadas-da-longevidade.html
Este é um resumo com destaques da participação do INKI. O texto integral e os direitos da reportagem pertencem ao Correio Braziliense.
Assessoria de Imprensa INKI
Jornalista? Fale com a nossa assessoria para entrevistas com os médicos do INKI.
imprensa@inki.com.br